Escrito por Priscilla

CCBB para qualquer idade

Uma querida amiga, a Gabriela Nemirovsky, me sugeriu esse post e eu topei na hora. Ela foi visitar a exposição Triunfo da Cor no CCBB que traz obras do acervo de museus de Paris como o L´Orangerie. Olha só o que ela contou da experiência!

CCBB

Há algumas semanas estive visitando o CCBB – Centro Cultural Banco do Brasil – onde acontece a exposição O Triunfo da Cor.

Levei meus pais, com mais de 70 anos cada, e meu filho de 4 anos (esse lindão aí da foto). Sua primeira exposição!

E foi uma experiencia de primeiro mundo! A começar pelo agendamento e resgate dos ingressos pelo Ingresso Rápido – o horário é respeitado e não há percalços para entrar.

O CCBB tem fácil acesso, seja com transporte público (principalmente metrô), seja de carro. Eles mantém convênio com estacionamento nas imediações e, de lá, há vans à disposição para deixar o usuário na porta do CCBB. E, no retorno, basta pedir para chamar a van e você retorna com todo o conforto. Para quem leva pessoas idosas, crianças ou portadoras de deficiência, facilita muito!

Era o final de semana logo após a abertura e, mesmo assim, o museu estava relativamente vazio. Realmente, brasileiro gosta de deixar tudo para última hora!

O CCBB por si só já vale a visita. Desde sua restauração, tornou-se um oásis no meio do centro da cidade totalmente degradado. O edifício esta lindo, muito organizado, bem sinalizado. O acesso para idosos e portadores de crianças de colo é favorecido e os funcionários são extremamente atenciosos e bem treinados para garantir a acessibilidade. Infelizmente não pude verificar acessibilidade a deficientes pois não havia nenhum no local.

A exposição está dividida pelos 4 andares do prédio. Começa pelo 4º e último andar e vai descendo até o nível da rua. Além das escadas, há elevador disponível para que tem dificuldade de locomoção. O acesso às salas é controlado com cartões. Assim não ficam superlotadas. Somente o subsolo é servido somente por escadas e não vi nenhum elevador, mas devia estar escondido. Foi o andar de que mais gostei.

Como estava com uma criança e 2 idosos, a entrada nas salas, que tinham uma pequena fila, foi facilitada. Foi uma visita rápida pois meu filho não teve paciência para parar e ver as obras, mas ele gostou da experiência. Aliás, havia várias famílias com crianças. Muito bacana! Começar desde cedo.

Fiquei um pouco decepcionada – esperava ver Van Gogh, meu predileto, mas apenas trouxeram 1 obra. Há alguns Monet e Manet, e vários Gauguin. Vários desconhecidos para mim, que não sou especialista em artes plásticas, mas valeu a visita.

Infelizmente, como costumam fazer nos museus do exterior, não havia reproduções das obras para venda nem outro tipo de lembrança da exposição.

E não pudemos tomar café no local pois as mesas estavam tomadas e meus pais não iam conseguir esperar muito tempo. E o serviço parece um pouco desorganizado nesse local.

Mas recomendo a ida. Vale a pena prestigiar os eventos gratuitos e bem organizados em nosso País. Mas sugiro que não deixe para última hora pois aí as filas se tornam kilométricas e todos tendem a reclamar! A próxima será a exposição do Picasso no Centro Cultural Thomie Ohtake.

Para saber mais sobre esta exposição que vai até 7 de julho, veja aqui.


Quem é Gabriela?

gabriela

 

Gabriela é gestora de recursos humanos, corredora, mãe. Ama viajar por todo o mundo e já morou na Holanda.
Apesar de ser Argentina, dispensa a parillada pois é radicalmente vegetariana.

Não sabe o que está perdendo 😛

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