Escrito por Priscilla

Parque Villa Lobos terá oficina gratuita sobre livros digitais para crianças

A Editora Pipoca vai oferecer no dia 11 de novembro, a partir das 9 horas, uma oficina gratuita sobre como usar o meio eletrônico para estimular nas crianças o gosto pela leitura, sem, contudo, deixá-las presas ao mundo virtual. Voltada para os pais, professores e educadores em geral, o evento acontecerá na Biblioteca do Parque Villa Lobos e será gratuito mediante as inscrições pela página da editora no facebook: https://www.facebook.com/EditoraPipoca

O objetivo da oficina é desmistificar o uso mais amplo dos e-books infantis como ferramenta de incentivo à leitura e faz parte do Projeto “Linkar”, idealizado pelas sócias da Pipoca, com apoio do Programa de Ação Cultural (ProAC) do Governo do Estado de São Paulo.

Segundo Isabela Parada, sócia pedagógica da Pipoca, é importante o público adulto conhecer as diferenças, vantagens e melhores meios de levar até as crianças a magia da leitura por meio de app-books e e-books, assim como compreender as diversas possibilidades do meio tecnológico na hora de unir os trabalhos editorial e pedagógico. Isabela é autora de estudos apresentados na International Conference on Digital Media and Textuality, da Universidade de Bremen (Alemanha) e na FIL Guadalajara 2016.

A programação de cada oficina, que tem a duração de um dia, abordará a história do livro infantil, desde o primeiro título publicado até os dias de hoje; tratará dos diferentes canais para acessar livros digitais infantis; e apresentará a metodologia usada pela editora na criação das atividades relacionadas aos livros do seu catálogo.

A cidade de São Paulo é a última a ser contemplada pela série de workshops que vêm acontecendo desde agosto em Sorocaba, Campos do Jordão, Campinas e Araraquara.

“Um livro é capaz de acender a imaginação das crianças e proteger sua infância, incentivando sua potência criadora no seu próprio crescimento”, define Isabela. O processo de produção é quase igual ao de um livro impresso, só que, além de pensar na edição do texto e nas ilustrações, a editora também leva em consideração quais animações ou interações o livro pode ter, a forma como a história será contada e a sonoplastia que o enredo pode gerar. “A diferença é que, em vez de mandarmos os livros para a gráfica, mandamos para a programação”, brinca Suria Scapin, sócia fundadora com experiência de 20 anos no mercado editorial.

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